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Zarro-bastardo
Aythya marila
Embora não sendo uma verdadeira raridade em Portugal, o zarro-bastardo poderá ser considerado uma
“quase-raridade”, devido à baixa frequência com que é observado.
Identificação
O macho deste pato mergulhador identifica-se facilmente pela cabeça verde e pelo corpo cinzento; a fêmea
é mais acastanhada e pode confundir-se com a de
zarro-negrinha, distinguindo-se geralmente pela maior
quantidade de branco em torno da base do bico.

Abundância e calendário
“Invernante raro” é talvez a melhor forma de descrever o estatuto deste pato em Portugal. Oriundos do norte
da Europa (Fino-Escandinávia e Islândia), os zarros-bastardos invernam principalmente nas zonas costeiras
da Europa Central e nas ilhas Britânicas e no Mar Negro, sendo poucos os indivíduos que chegam ao nosso
país, pelo que a maioria dos registos envolve aves isoladas ou pequenos bandos. A espécie aparece
sobretudo de meados de Novembro a meados de Março, com registos ocasionais noutros meses do ano. O
litoral centro e o Algarve parecem ser os locais onde o zarro-bastardo é mais regular.
Onde observar

A escassez deste zarro não permite identificar locais onde a sua ocorrência seja regular. Indicam-
se alguns locais onde a espécie tem sido observada nos últimos anos.

Litoral centroa pateira de São Jacinto, onde a espécie já foi observada em diferentes
ocasiões, é talvez o melhor local da região para ver esta espécie, que também já foi
observada na lagoa de Óbidos.

Lisboa e Vale do Tejoexistem diversas observações no estuário do Tejo (na Ponta da
Erva e na zona de Pancas).

Alentejojá foi observado na lagoa de Santo André e nos açudes perto de São Cristóvão.

Algarvea Quinta do Lago reúne a maioria dos registos de zarro-bastardo na região.
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