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Pombo-das-rochas
Columba livia
Todos os pombos foram domesticados. Todos? Não. Alguns pequenos núcleos selvagens resistem ainda
e sempre ao invasor, nidificando em escarpas inacessíveis na costa portuguesa e em vales alcantilados do
interior.
Identificação
O pombo-das-rochas é um parente muito próximo do pombo doméstico, ao qual se assemelha. A versão
considerada genuína tem a plumagem cinzenta, com o uropígio branco, a contra-asa branca e duas riscas
pretas bem visíveis na asa. Contudo, mas mesmo essas populações que subsistem em estado selvagem
poderão já não ser “puras”, por já se terem misturado com pombos de origem doméstica, por isso as
variações de coloração são frequentes. Assim, os pombos-das-rochas são identificados sobretudo pelo
habitat e não tanto pela plumagem.

Abundância e calendário
Embora a variante doméstica deste pombo esteja presente por todo o território e seja geralmente
abundante, o mesmo não se pode dizer do pombo-das-rochas, que se tornou globalmente raro e confinado
a alguns pequenos núcleos em zonas rochosas costeiras e de interior. Nesses núcleos, pode ser
considerado razoavelmente comum. A espécie é residente e ocorre nos locais de reprodução durante todo o
ano.
Onde observar

Os extremos nordeste e sudoeste do território são os únicos locais onde estes pombos ainda
podem ser vistos no seu habitat natural.

Trás-os-Montes – o Douro Internacional, particularmente a zona de Miranda do Douro,
alberga alguns pombos que nidificam nas arribas.

Algarvea Ponta da Piedade e o cabo de São Vicente são os dois únicos locais onde
subsistem populações em estado selvagem, que podem ser vistas nas falésias.
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