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Chapim-de-faces-pretas
Remiz pendulinus
Contrariamente à maioria dos chapins, o chapim-de-faces-pretas não é uma espécie florestal, preferindo os
grandes caniçais e tabuais, onde se alimenta.
Identificação
Os adultos são característicos, apresentando uma grande máscara
preta, que contrasta com o resto da cabeça branca. O dorso é ruivo. O
bico é triangular, bastante mais espesso que o dos restantes
chapins. Os juvenis são acastanhados.

Abundância e calendário
Pouco comum e com uma distribuição localizada, o
chapim-de-faces-pretas ocorre unicamente nas grandes zonas
húmidas com boas manchas de vegetação emergente. A sua
abundância parece variar em função do habitat disponível, mas
geralmente podem ser vistos pequenos bandos, que se alimentam
por entre a vegetação. Este chapim é principalmente invernante,
podendo ser observado regularmente de Outubro a Março. Na região
de
Elvas, onde já nidificou, existem observações durante a época
reprodutora.
Onde observar

Os locais com grandes caniçais e tabuais são os melhores para procurar este pequeno chapim.

Litoral centroconhecem-se observações no baixo Mondego.

Lisboa e Vale do Tejopode ser observado no estuário do Tejo (lezírias da Ponta da
Erva). Ocasionalmente vê-se na várzea de Loures.

Alentejoeste chapim ocorre regularmente no estuário do Sado e na lagoa de Santo
André; no interior é mais escasso, sendo a zona de Elvas aquela de onde provém a
maioria dos registos.

Algarve a ria de Alvor, o paul de Lagos e o caniçal de Vilamoura são três locais onde
esta espécie pode ser observada.
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