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Planície de Évora
Nos arredores da cidade de Évora, a vasta planície alentejana
constitui um dos locais mais importantes do país para as populações
de aves estepárias e oferece boas oportunidades para qualquer
observador de aves.
Melhor época: Inverno e Primavera

Distrito: Évora
Concelho: Évora
Onde fica: a cidade de Évora fica no coração do Alentejo, a cerca de 130 km a leste de Lisboa. Os percursos
sugeridos situam-se num raio de 20 km da cidade.


Caso pretenda conhecer outros locais para observar aves nesta região, sugerimos:
A planície de Évora é um local favoravel à observaçao de algumas aves esteparias.
Visita:
As zonas mais interessantes estendem-se para leste e para sul da cidade, coincidindo parcialmente com a
Zona de Protecção Especial (ZPE). Toda a área é atravessada pela Nacional 18 e pelo IP2 – devido à
intensidade do tráfego nesta via, sugere-se assim uma incursão pelas estradas secundárias, onde a
perturbação pelo tráfego é menor. O
percurso agrícola aqui proposto permite tomar contacto com algumas
das espécies mais características desta zona.
Saindo de Évora para leste pela N18, prossegue-se durante cerca de 10 km, virando então à direita e
seguindo as indicações para Torre de Coelheiros. A partir daqui é possível prosseguir a um ritmo mais
lento, para observar as aves. A paisagem é variada, alternando as zonas abertas (pousio ou pastagens)
com as manchas de montado. Entre as espécies mais fáceis de encontrar nesta zona são de referir: no
Inverno, o
milhafre-real, a tarambola-dourada, o abibe e a laverca; na Primavera, o abelharuco, a andorinha-
dáurica e o picanço-barreteiro.
Ao fim de 3 km vira-se à esquerda por uma pequena estrada agrícola (asfaltada) onde o tráfego é quase
nulo. Aqui as zonas de pastagens alternam com áreas de olival intensivo, onde é possível encontrar alguns
passeriformes, com destaque para os alaudídeos (
calhandrinha, cotovia-arbórea, cotovia-de-poupa), bem
como a
petinha-dos-campos e o chasco-ruivo e o abundante trigueirão. Com alguma sorte poderá ser
encontrado o
alcaravão.
A
gaivina-de-bico-preto e a perdiz-do-mar podem ser vistas com frequência em terrenos lavrados e deverão
nidificar na zona.
O
centro histórico de Évora também merece uma visita: aqui subsiste uma pequena população de gralhas-
de-nuca-cinzenta, que geralmente pousam nas árvores em frente à Sé. O jardim público junto à porta do
Raimundo alberga um casal de
corujas-do-mato, que podem ser ouvidas a cantar à noite. Durante a
Primavera, os
andorinhões-pretos podem ser vistos facilmente por toda a cidade, ao passo que os
andorinhões-pálidos parecem ser especialmente regulares junto ao teatro Garcia de Resende (intramuros).
Nos últimos anos, uma colónia de
garças-boieiras instalou-se a cerca de 1 km do centro urbano perto da
zona industrial e pode ser vista com facilidade a partir da circular externa que contorna a cidade pelo lado
sul.
A planície de Évora
é uma
ZPE (Zona
de Protecção
Especial para a
Avifauna)
.

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